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Brevetou-se na Escola de Aviação em Campinas, onde conseguiu o tão ambicionado diploma de piloto aviador expedido pelo Aeroclube do Brasil: o brevet de nº 88. Em
1919 vai para os EUA para aprofundar seus conhecimentos em navegação
aérea e mecânica de aviação. Em 1926, Barros vai para a Itália e adquire um Hidroavião Savoia Marchetti (S-55) usado, faz alguns reparos e o rebatiza com o nome de sua cidade natal, JAHÚ. Após
inúmeros contratempos, João Ribeiro de Barros e mais três
tripulantes, o co-piloto, João Negrão, o mecânico
Vasco Cinquini e o navegador Newton Braga, decolam de Cabo Verde na África,
com o JAHÚ aos 28 de abril de 1927. Depois de
12 horas de vôo e 3.200 quilômetros percorridos, o JAHÚ
com um problema em uma das hélices, amerrisa próximo a Ilha
de Fernando de Noronha, e é rebocado por um navio cargueiro italiano
até Fernando de Noronha. Os
tripulantes do JAHÚ são recebidos como heróis nas
diversas cidades brasileiras que passam. O Valor histórico principal da travessia do Atlântico Sul consiste no fato de ter sido ele o primeiro a atravessar o Oceano Atlântico com tripulação brasileira; de ter navegado com o auxílio de um sextante, de ter sido o único conhecido até então custeado pela iniciativa privada; de ter reunido homens competentes na tripulação; e de ter levado à cabo sua missão nas mais adversas situações que se pudessem imaginar. João Ribeiro de Barros faleceu aos 20 de julho de 1947 pelo mal adquirido na África, a malária.
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