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Em
1927, ganhou um prêmio de US$ 25.000, instituído por Raymond
W. Orteig, para o primeiro aviador que voasse, sem escalas, entre Nova
York e Paris, percurso que ele fez, durante 33h e 33min, no seu famoso
avião "Spirit of St. Louis". Lindbergh viu-se então
coberto de glórias, mas em 1932 sua vida foi abalada por uma tragédia
pessoal, quando seu filho de dois anos foi seqüestrado e morto. O
fato de aceitar uma condecoração alemã em 1938 e
seus discursos em favor da neutralidade dos EUA na II Guerra Mundial valeram-lhe
severas críticas, e Lindbergh renunciou a seu posto na Força
Aérea. Durante o conflito, atuou como consultor de empresas aeronáuticas,
função na qual participou de 50 missões de combate
no Pacífico.
Seu
livro The Spirit of St. Louis (1953) valeu-lhe o Prêmio Pulitzer.
Escreveu ainda We (1927), Of Flight ande Life (1948) e, em colaboração
com Alexis Carrel, The Culture of Organs (1938). Lindbergh faleceu no Havaí em 1974.
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